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terça-feira, 8 de março de 2011

Crianças que amo muito..

Esses são alguns dos pequenos que já dei aula algum dia e que moram no meu coração...
Amo vcs...
bjoss


Em breve colocarei mais fotos...

Dia Internacional da Mulher- 08/03


Mulher...

Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide sua alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com sua coragem
Que traz paixão no olhar
Mulher,
Que luta pelos seus ideais,
Que dá a vida pela sua família
Mulher
Que ama incondicionalmente
Que se arruma, se perfuma
Que vence o cansaço
Mulher,
Que chora e que ri
Mulher que sonha...

Tantas Mulheres, belezas únicas, vivas,
Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias...

Para você, Mulher tão especial...

Feliz Dia Internacional da Mulher!


Parabéns a todas a mulheres que fazem parte da minha vida...
amo vcs..
bjoss

sexta-feira, 4 de março de 2011

Carnaval 2011 no Jardim das Letras

Hoje foi nossa festinha de carnaval e as crianças adoraram muito, dançaram bastante, não só elas como as tias também rs...
Eu, Tia Camila e Tia Paula
Maternal II- Manhã
Maternal II- Tarde

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Meu artigo cientifico da pós..

Eu fiz uma especialização em educação infantil e tive que montar um artigo cientifico, eu escrevi sobre "A construção do desenho infantil", vou ver se consigo colocar aqui aos poucos o artigo, pois tentei publicar ele e não consegui.

Segue o resumo do artigo.

A CONSTRUÇÃO DO DESENHO INFANTIL: Analisando a expressividade da criança.

NATALIA RUIZ LIMA CUSTÓDIO

"Antes eu desenhava como Rafael,
mas precisei de toda uma existência
para aprender a desenhar como as crianças".
(Picasso)

RESUMO: Neste artigo busca-se refletir sobre a importância de compreender e observar como se dá o processo de evolução do desenho entre crianças na faixa etária de 2 a 5 anos. Buscando entender um pouco mais sobre as fases que a criança passa quando começa a desenhar até a escrita. É de suma importância que os professores de educação infantil saibam reconhecer a fase do desenho que seu aluno se encontra para que assim possam identificar caso haja algo que não esta na normalidade.Considera-se que a criança quando desenha interage com pessoas ao seu redor tentando expressar com o seu pequeno e as vezes esquecido desenho. A criança pequena quase sempre encontra uma maneira de deixar sua marca quer dizer seu desenho para que assim seja compreendida e possa se expressar sempre. Por que então não ser feito por meio de um desenho? É o que queremos mostrar nesse artigo que devemos tentar compreender as fases e como elas podem expressar com suas obras de arte.

PALARAVAS-CHAVES: Educação infantil, Desenho infantil, Professor, Etapas do desenho.

Em breve colocarei a outra parte do artigo.

Trabalhando com Regras..

Na minha turminha do Maternal II iniciamos o ano trabalhando as regras da nossa sala, o que poderiamos e o que não poderiamos fazer dentro da sala ou na escola. Eles gostaram muito de aprender sobre as regras. Nosso combinado foi assim:

Pode

Brincar
Cantar
Obedecer

Não pode

Brigar
Chorar
Fazer bagunça

O mais engraçado foi que quando um amiguinho fazia alguma coisa que não era
certa eles mesmo diziam que não poderia fazer aquilo.

Segue algumas plaquinhas que podem ser usadas em sala de aula e que fica ainda melhor a internalização das regras para as crianças.


sábado, 19 de fevereiro de 2011

A Importância de Limites para a Criança


Criança precisa de Limites...Amar também é impor limites!!

DAR LIMITES É...

-Ensinar que os direitos são iguais para todos. -Ensinar que existem OUTRAS pessoas no mundo. -Fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os direitos dos outros. -Dizer "sim" sempre que possível e "não" sempre que necessário. -Só dizer "não" aos filhos quando houver uma razão concreta. -Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem ser feitas. -Fazer a criança ver o mundo como uma conotação social (con-viver) e não apenas psicológica (o meu desejo e o meu prazer são as única coisas que contam). -Ensinar a tolerar pequenas frustrações no presente para que, no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade (a criança que hoje aprendeu a esperar sua vez de ser servida à mesa amanhã não considerará um insulto pessoal esperar a vez na fila do cinema ou aguardar três ou quatro dias até que o chefe dê um parecer sobre sua promoção). -Desenvolver a capacidade de adiar satisfação (se não conseguir emprego hoje, continuará a lutar sem desistir ou, caso não tenha desenvolvido esta habilidade, agirá de forma insensata ou desequilibrada, partindo, por exemplo, para a marginalidade, o alcoolismo ou a depressão). -Evitar que seu filho cresça achando que todos no mundo têm de satisfazer seus mínimos desejos e, se tal não ocorrer (o que é mais provável), não conseguir lidar bem com a menor contrariedade, tornando-se, aí sim, frustrado, amargo ou, pior, desequilibrado emocionalmente. -Saber discernir entre o que é uma necessidade dos filhos e o que é apenas desejo. -Compreender que direito à privacidade não significa falta de cuidado, descaso, falta de acompanhamento e supervisão às atividades e atitudes dos filhos, dentro e fora de casa. -Ensinar que a cada direito corresponde um dever e, principalmente: Dar exemplo! Quem quer ter filhos que respeitem a lei e os homens tem de viver seu dia-a-dia dentro desses mesmos princípios, ainda que a sociedade tenha poucos indivíduos que agem dessa forma.
DAR LIMITES NÃO É...

-Bater nos filhos para que eles se comportem. -Quando se fala em limites, muitas pessoas pensam que significa aprovação para dar palmadinhas, bater ou até espancar. -Fazer só o que vocês, pai ou mãe, querem ou estão com vontade fazer. -Ser autoritário, dar ordens sem explicar o porquê, agir de acordo apenas com seu próprio interesse, da forma que lhe aprouver, mesmo que a cada dia sua vontade seja inteiramente oposta à do outro dia, por exemplo. -Deixar de explicar o porquê das coisas, apenas impondo a "lei do mais forte". -Gritar com as crianças para ser atendido. -Deixar de atender às necessidades reais (fome, sede, segurança, afeto, interesse) dos filhos, porque você hoje está cansado.

-Invadir a privacidade a que todo ser humano tem direito. -Provocar traumas emocionais, humilhações e desrespeito à criança. -Toda criança tem capacidade de compreender um "não" sem ficar com problemas, desde que, evidentemente, este "não" tenha razão de ser e não seja acompanhado de agressões físicas ou morais. -O que provoca traumas e problemas emocionais é, em primeiro lugar, a falta de amor e carinho, seguida de injustiça, violência física.
-Bater nos filhos é uma forma comum de violência física, que, em geral, começa com a palmadinha leve no bumbum.

Texto extraído do livro:
"Limites Sem Trauma" de Tânia Zagury.

A importância da leitura para a criança



Como criar o hábito da leitura na infância?
As crianças estão cada dia menos acostumadas a ler, sendo que elas serão os adultos de amanhã. Uma pessoa com pouca cultura tem maior dificuldade em se socializar e, futuramente, ingressar no mercado de trabalho.
Portanto, o interesse pela leitura deve ser estimulado pela mamãe quando o bebê ainda está dentro da barriga. O hábito de ler deve ser desenvolvido desde o início da vida.
O bebê, mesmo dentro da barriga, sente e escuta a voz da mamãe. Uma mamãe que conta histórias para o seu filhote durante a gestação oferece uma experiência que pode ser levada para toda a vida se for sempre estimulada.
Depois do nascimento, a mamãe, ou mesmo o papai, deve continuar a contar histórias para o seu pequeno. A partir do momento em que o pequeno começa a pegar objetos e a brincar, brincadeiras com livros já podem ser introduzidas no cotidiano da criança.
Você sabia que a hora do banho é uma boa oportunidade para seu bebê se acostumar com livros? Pois é. Existem livros de plástico ideal para essa hora. Como o banho é muito prazeroso para a criança, esta poderá associar o livro a um evento gostoso.
As crianças são seres muito curiosos e o manuseio de livros, sejam eles de plástico, pano, papel ou musicais são importantes para que os pequenos manipulem, brinquem e explorem o objeto que pode ampliar o vocabulário e imaginação.
Livros com muitas ilustrações e pouco texto são adequados para crianças acima de cinco anos, que poderão criar histórias com base nos desenhos ou interpreta-los. Se a leitura for estimulada desde pequenino, o manuseio do livro para essas crianças já será comum.
Desse modo, quando o processo de alfabetização estiver acontecendo, as crianças que passaram por todo o processo de conhecimento e manuseio do livro terão prazer de lê-lo, seja um livro indicado pela escola ou o que a própria criança escolher na biblioteca.
Pais que lêem servem de exemplo ao filho - Outro estímulo que os pais podem oferecer à criança e que pode ser o principal é o exemplo. Crianças que vêem os pais lendo, que percebem que os pais têm prazer ao ler, são crianças mais interessadas em leitura do que as filhas de pais que não lêem e não gostam de ler.
Passeios a feiras de livros são encantadores para as crianças. Lá encontram as mais diferentes opções de leitura e se entusiasmam com o ar de magia e mistério.
Nunca deixe de contar histórias para seu filho, se ele já sabe ler, leia junto e depois comentem a história, faça-o interpretar o livro que leu. Leva-lo à biblioteca e escolherem um livro juntos para ler em casa é um grande incentivo.
São pequenas ações que criam o hábito da leitura, ajudando a criança no desenvolvimento da escola, aumentando criatividade, linguagem, vocabulário e escrita. Uma criança adepta à leitura terá um futuro com muito mais perspectivas profissionais. Além disso, a leitura permite você voar com o pensamento sem sair do lugar.

Dicas
• Leve seu filho para passear em bibliotecas e livrarias que deixem a criança manusear os livros. O contato com o autor do livro pode estimular a curiosidade pelo livro. Festas de lançamentos de livros são ideais.
• Pegue o livro e vá contar história para a criança na cama. Faça perguntas simples para deixar o filho aceso na história. Se a história for sobre animais, pergunte se ela já viu uma baleia, por exemplo, e peça para ela descrevê-la.
• Não repreenda a criança pela folha do livro rasgada, acidentes acontecem. Converse e o ajude a criar responsabilidade.
Por Bruno Rodrigues